O homem moderno é um ser constantemente insatisfeito. Em geral os homens vivem por coisas, buscam prazer nas obrigações do trabalho, em pequenas conversas sobre assuntos do cotidiano e que muitas vezes tratam apenas de assuntos passageiros e que não trazem nenhum benefício próprio.
As pessoas sentem-se cada vez mais solitárias. Elas se casam todos os dias, começam novos relacionamentos ou sempre conhecem pessoas novas; no entanto, continuam sentindo-se sozinhas. Mas porque será que as coisas acontecem desta forma? Porque o homem moderno se sente tão solitário e cada vez mais distantes uns dos outros?
Tudo isso acontece porque os homens esqueceram da essência da vida a qual Jesus Cristo sempre abordou. A questão de valorizar as pequenas coisas, de amar o próximo, de amar a existência de cada novo dia, de viver uma vida de prazer no caminho que Deus criou para os homens.
Apenas quando os homens entenderem que o caminho da simplicidade expresso no amor de Deus é a solução para a solidão de suas almas, é que poderão ter uma vida preenchida por tudo o que é essêncial a vida. Apenas o amor de Deus e seus caminhos podem livrar os homens de toda e qualquer angústia existente em suas almas.
A cada dia as coisas irão piorar. A violência urbana, as injustiças sociais, as perseguições e tudo o que aflige a saúde do homem moderno só aumentarão. A única forma de os homens terem paz é voltando-se para o criador, o Deus criador de tudo e de todos e para assim desfrutarem de paz em meio as guerras.
Jesus Cristo é o Senhor! E é nEle que encontramos a melhor forma de nos encontramos e encontrarmos a Deus. ´E nEle que poderemos mudar a nossa vida e termos verdadeira paz quando valorizarndo aquilo que realmente pode nos dar a paz que tanto desejamos.
O Caminho do Evangelho
O Caminho do Evangelho é simples, venha e sinta
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Cristãos sofrem ataques na Somália

Ataques contra cristãos continuam mesmo depois de soldados serem enviados para deter os militantes extremistas da Al- Shabab, diretamente associado com o Al-Qaeda.
No sábado, 5 de novembro, os extremistas lançaram uma granada contra a casa de um pastor Ibrahim Makunyi Kamwaro, matando Winnie Mwenda Mutinda, de oito anos, e John Kikavu, de 25. Os outros três moradores da casa ficaram gravemente feridos.
O pastor Kamwaro disse a agência de notícias Compass Direct que esses três feridos precisaram passar por muitas cirurgias reparadoras. Ele também disse não poder afirmar categoricamente os autores do ataque, mas que recebeu, um dia antes do ataque, ligações ameaçadoras da Al-Shabab. Mesmo após o ataque, o pastor continua realizando cultos em sua congregação.
Outro ataque que chamou a atenção do mundo aconteceu no dia 27 de outubro. Hassan, um refugiado da Somália no Quênia, foi violentamente agredido por extremistas muçulmanos. Eles o atacaram com uma barra de metal na cabeça, rosto, costas e pernas. Depois eles cortaram as mãos de Hassan e o abandonaram em frente a uma igreja cristã.
Ele foi encontrado por um transeunte que o levou as pressas para o hospital. Apesar das fortes dores e trauma, Hassan continua firme em sua fé. “Eu preciso lutar para que o evangelho de Cristo seja conhecido”
Missão Portas Abertas
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Missões no mundo: Perseguição contra cristãos gera crescimento na igreja
Coréia do Norte - A perseguição em países como a Coreia do Norte tem ajudado no crescimento da Igreja, permitindo-lhe utilizar ferramentas que a Igreja do Ocidente já esqueceu, de acordo com o pastor Eric Folley, que planeja usar essas ferramentas para ajudar a igreja livre.
Folley, pastor da Igreja Evangélica de Colorado Springs, acredita que os ditadores agressivos – tais como Kim Jong Il, da Coreia do Norte, perseguidor de cristãos – podem ajudar a igreja a repensar sobre o que tem feito ultimamente.
Enquanto ministrava na Coreia do Norte, Folley notou que a perseguição extrema aos cristãos tem sido um grande catalisador para que a igreja cresça mais.
“Na Coreia do Norte, não é apenas ilegal possuir uma bíblia ou ir à igreja, mas também inclinar a cabeça, fechar os olhos e adorar. Então, como resultado dessa perseguição, a igreja tem crescido. Ao longo da história, igrejas tiveram que fazer discipulado com restrições, o que fez com que elas investissem para que os cristãos crescessem em plenitude para o Reino de Deus”, disse Folley.
De acordo com Folley, as diferenças entre a Igreja perseguida e as Igrejas ocidentais são atribuídas ao fato de que o Ocidente não entende a diferença entre a liberdade de religião e a liberdade em Cristo, levando-os a confiar muito mais em ferramentas materiais do que nas espirituais.
Folley acredita que as ferramentas usadas na Igreja da Coreia do Norte e na Igreja do Novo Testamento são baseadas na liberdade em Cristo. Ele acrescenta que, se não houver evangelismo no Ocidente, há pouca chance de acontecer um verdadeiro crescimento e discipulado.
Folley diz que parece que a perseguição purifica a Igreja. Segundo ele, a igreja do mundo livre pode aprender muito com nações como a Coreia do Norte, de modo a permitir uma mudança para melhor no cristianismo ocidental.
Fonte e Tradução: Missão Portas Abertas
http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=7339
terça-feira, 16 de agosto de 2011
O Evangelho da cruz
Por: Gutierres Siqueira
"É pela cruz, só pela cruz, que Cristo chega à vida, à ressurreição, à vitória? Esse é justamente o tema maravilhoso da Bíblia que assusta a tantos: que o único sinal visível de Deus no mundo seja a cruz. Cristo não é arrebatado gloriosamente da terra para o céu, seu destino é a cruz. E precisamente lá onde está a cruz está próxima a ressurreição.
Onde todos ficam desconcertados diante de Deus, onde todos se desesperam com Deus, é exatamente lá que Deus está bem perto e Cristo está vivamente presente. Onde a decisão entre a fidelidade e deslealdade está por um fio, está Deus e está Cristo por inteiro. Onde o poder das trevas quer violentar a luz de Deus, é lá que Deus triunfa e julga as trevas. Assim será também com o dia que Cristo prevê para sua comunidade.
Os discípulos perguntaram pelo sinal de seu retorno depois de sua morte. Não se trata de um retorno único, é um retorno eterno. O fim dos tempos da Bíblia é todo tempo, é todo dia entre a morte de Cristo e o juízo final. É com tanta seriedade, com tanta determinação, que o Novo Testamento encara a morte de Cristo.[1]"
(Dietrich Bonhoeffer)
A centralidade da cruz no cristianismo é evidente. Jesus disse que “quem não toma a sua cruz e não segue após mim não é digno de mim”(Mt 10.38). O apóstolo Paulo escreveu: “Nós pregamos a Cristo crucificado” (I Co 1.23) e ainda o doutor do gentios pregava o evangelho para que “a cruz de Cristo se não faça vã” (I Co 1.17). Paulo relata que só poderia se gloriar “na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual o mundo está crucificado para mim e eu, para o mundo” (Gl 6.14). O apóstolo descreve, com lamentações, que há muitos “inimigos da cruz de Cristo” ( Fl 3.18) e descreve a paz vinda do sangue de Cristo derramado na cruz (Cl 1.20), e ainda em suas epístolas escreve que a salvação, mediante o concerto veterotestamentário, foi cravada na cruz (Cl 2.14).
O autor aos Hebreus relata que há uma grande vitória na cruz de Cristo, pois “pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus”(Hb 12.2). O evangelho é desfrutado com suas aflições (II Tm 1.8), sendo que o discípulo “sofre como bom saldado de Jesus Cristo”(II Tm 2.3).
Ser cristão é pregar a cruz, mas essa mensagem tem sido gradativamente abandonada nos púlpitos evangélicos. A temática da vez são pregações sobre vitória financeira, batalha espiritual para conquista de territórios, doutrina da prosperidade, confissão positiva, poder pelo poder chamado de reteté, adoração extravagante, avivamento extravagante etc.
O sociólogo Ricardo Mariano, escrevendo academicamente sobre os neopentecostais, diz com muita sobriedade:
Com o neopentecostalismo, portanto, a velha “mensagem da cruz”, discurso teológico que pregava o sofrimento terreno do cristão, caiu por terra e, sem qualquer compadecimento, foi sumariamente soterrada. Daí que, no cotidiano dos cultos e na vasta programação de rádio e TV dos neopentecostais, conhecer Jesus, ter um encontro com Ele e a Ele obedecer constituem, acima de tudo, meios infalíveis para o converso se dar bem nesta vida.[2]
As doutrinas centrais do cristianismo são sempre abandonadas em tempo de frieza espiritual. A teologia da cruz sumiu das homilias, pois sua mensagem não é de massagem para o ego. A depravação do homem é uma doutrina bíblica que a cada dia é esquecida, como se os únicos problemas do homem fossem dinheiro, crise sentimental ou “amarro” de entidades... Pecado foi substitutivo por “problemas”, onde todos podem ser resolvidos mediante “sacrifícios” de ofertas e dízimos. Mediante o que se ouve é necessário discernimento, como escreve o teólogo Erwin Lutzer:
Os cristãos discernentes testarão os mestres, profetas e evangelistas pela clareza com que pregam o evangelho da cruz. E se o evangelho estiver torcido ou for ignorado, podemos estar bastante seguros de que estamos diante de um mestre que não deve ser seguido. Pois só a cruz, corretamente compreendida, pode nos levar à casa do Pai.[3]
A mensagem da cruz não é palpável para o homem e o cristão pós-moderno, pois hoje todos andam sob uma pressão de ser os melhores, os invencíveis, os super-crentes. Pessoas que precisam de tudo e desfrutar de todas as novidades e no contexto eclesiástico precisam de saúde plena e prosperidade batendo nas portas, pois é assim que sua espiritualidade é medida. Mas Jesus convida cada um para tomar sua cruz e segui-ló, pois antes de Sua ressurreição Ele padeceu, foi rejeitado e morto (Lc 9.22-23).
A mensagem da cruz nunca foi uma mensagem agradável, pois para o judeu cruz era sinônimo de maldição, “porquanto o pendurado(no madeiro) é maldito de Deus” (cf. Dt 21.23) . Para os gregos adorar um Deus que foi morto como bandido, da pior espécie, só pode ser coisa de maluco (I Co 1. 18, 23). A cruz era motivo de zombaria dos primitivos perseguidores, mas como lembra o pastor inglês John Stott: “Entretanto, o que era odioso, até mesmo vergonhoso aos críticos de Cristo, aos olhos dos seus seguidores era muitíssimo glorioso”[4].
A igreja brasileira deve lembrar que Jesus Cristo não morreu na cruz para tornar crentes livres de infortúnios, mas sim, convida a cada uma carregar a sua cruz. Assim como os gregos que achavam loucura essa mensagem e os judeus que se escandalizavam, para muitos evangélicos de hoje, a mensagem da cruz é loucura, coisa de religioso. O problema para todos esses é que a mensagem da cruz é bíblica.
Referências Bibliográficas:
1- BONHOEFFER, Dietrich. Reflexões Sobre a Bíblia. São Paulo: Edições Loyola, 2008. p 28.
2- MARIANO, Ricardo. Neopentecostais. 2 ed. São Paulo: Edições Loyola, 2005. p 9.
3- LUTZER, Erwin. Quem é Você Para Julgar? 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005. p 83.
4- STOTT, John. A Cruz de Cristo. São Paulo: Editora Vida, 2006. p 21.
Fonte: Blog Teologia Pentecostal, Gutierres Siqueira
Fonte:
Blog: teologia Pentecostal
sábado, 4 de junho de 2011
Crianças invisíveis

Por: Pr. Renato Vargens
“Se eu pudesse eu dava um toque em meu destino
Não seria um peregrino nesse imenso mundo cão
Nem um bom menino que vendeu limão.
Trabalhou na feira pra comprar seu pão.
Não aprendia as maldades que essa vida tem
Mataria a minha fome sem ter que roubar ninguém
Juro que nem conhecia a famosa funabem
Onde foi a minha morada desde os tempos de neném
É ruim acordar de madrugada e pra vender bala no trem
Se eu pudesse eu tocava em meu destino.
Hoje eu seria alguém, seria um intelectual.
Mas como não tive chance de ter estudado num colégio legal
Muitos me chamam de pivete
Mais poucos me deram um apoio moral
Se eu pudesse eu não seria um problema social.”
Ouvindo essa canção interpretada por Seu Jorge, fico a pensar em milhões de crianças e adolescentes que vivem a margem da sociedade sofrendo os desmandos do poder público e da sociedade que implacavelmente os negligencia.
A dolorida situação das crianças de rua em nosso país nos deixa absolutamente boquiabertos com a frieza da população que os enxerga como "coisas". Infelimente, milhares de meninos e meninas dormem nas ruas das grandes cidades tupiniquins, cheirando cola, se prostituindo, tendo a vida e o futuro destruídos pela dor e o pecado. As estatísticas mostram que 75% destas crianças têm laços familiares o que aponta o caos existente nas famílias brasileiras.
Interessante que lidamos indiretamente com estas crianças todos os dias. Passamos por elas nos sinais, as vemos dormindo embriagadas pelo álcool a pleno luz do dia ou ainda promovendo pequenos furtos nos centros de nossas cidades, ou até mesmo "trabalhando" como "avião" nas favelas. Entretanto, em virtude da sindrome "umbiligal" que norteia a alma do cidadão pós-moderno, encontramos-nos como que anestesiados tratando os excluídos sociais como lixo descartável.
Paul Hiebert, diz que o ser humano tem a tendência de ver pessoas que não são parte do seu contexto social como parte da paisagem, ou um pedaço de mobília. No evangelho de Marcos, capitulo oito, Jesus trata de um assunto extremamente relevante. O texto diz, que ao curar um cego, a primeira imagem vista por este, era de homens como árvores.
Por acaso você já se deu conta de que temos uma enorme facilidade de coisificar a vida? Jesus, ao perceber que o cego enxergava pessoas como arvores, não hesitou em tocá-la novamente até que de fato o milagre acontecesse.
Lembre-se, meninos de rua não são arvores, ou objetos aos quais descartamos segundo os nossos interesses. Crianças precisam ser respeitadas, valorizadas, precisam de escola, saúde, dignidade, limites, amor.
De que forma você as têm enxergado?
Pense Nisso!
Renato Vargens
FONTE: Blog do Pr.Renato Vargens
COMENTÁRIO MB
Quem canta a música é o cantor seu Jorge, ex-morador de rua e que sabe bem do que está falando.
O mundo tornou-se a coisa mais egoísta que existe, quando falo mundo, me refiro ao homem. O homem tornou-se tão egoísta, que é capaz de ver as pessoas apenas como 'coisas' e não mais como criação e imagem e semelhança de Deus.
Viver nas ruas, abandonado, desprezado é algo que só passando ou aproximando-se de quem assim vive é que se percebe-se como é viver está realidade. Sei bem como é isso, sei bem como é viver nas ruas...
Lendo textos como esses, sempre me pergunto: onde está a Igreja? A Igreja que deveria cuidar mais das pessoas, que deveriam deixar de lado a idéia "Edirmacedica" de cosntruir mega templos paa imitar o desejo de Salomão em fazer o melhor para Deus, a Igreja que deveria realizar mais trabalhos sociais com pessoas não cristãs, pois a maioria das igrejas, realiza trabalhos sociais mais voltados para suas comunidadaes evangélicas locais, onde está a Igreja...
A Igreja não vai solucionar o mundo, é, eu sei diso, mas é que sempre me passa este tipo de pensamento, sempre questiono a mim mesmo para onde vai tantos dízimos, ofertas, etc.etc.etc.
É assim mesmo, tenho que fazer minha parte.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Você sofreria por amor ao Evangelho?
Hoje no Brasil, estima-se que mais de 45 milhões de pessoas sejam evangélicas. Com um número tão expressivo, talvez seria uma "regra" que o país estivesse em melhores condições, no quesito social e espiritual, mas parece que número, não é mesmo sinônimo de qualidade.
Assista este vídeo e veja qual é o seu conceito de Evangelho e do que que é de fato sofrer pelo nome de Jesus quando a perseguição chegar. Os dias são maus, e apenas quem é de fato do Evangelho suportara toda e qualquer perseguição destes últimos dias.
PS: O vídeo postado contém cenas fortes
Assista este vídeo e veja qual é o seu conceito de Evangelho e do que que é de fato sofrer pelo nome de Jesus quando a perseguição chegar. Os dias são maus, e apenas quem é de fato do Evangelho suportara toda e qualquer perseguição destes últimos dias.
PS: O vídeo postado contém cenas fortes
Você conhece os cristãos secretos?

Quem são os cristãos secretos?
Um "cristão secreto" é um cristão perseguido cuja vida corre perigo constante por ele estar seguindo Jesus. Na maioria das vezes, um cristão secreto é convertido do islamismo, mas pode ser encontrado em outras culturas também. Por se converter, ele foi agredido ou ameaçado por seu governo, seus amigos e até pela própria família. Cristãos secretos têm necessidades únicas que só podem ser supridas pelo apoio dos demais membros do Corpo de Cristo.
Ao longo deste ano, você aprenderá sobre eles, lerá seus testemunhos, saberá como orar por eles e como ajudá-los. Verá o que a Portas Abertas tem feito para ajudá-los a se manter firmes na fé a despeito das restrições que lhes são impostas por uma cultura que não permite que se expressem de forma livre. Por fim, você verá que, quando uma pessoa se converte, as circunstâncias para ela não são as mesmas se tivesse se convertido na igreja que você frequenta.
Por que esse tema foi escolhido?
Recebemos muitas informações sobre os cristãos perseguidos em geral, mas no ano de 2011 decidimos dar um destaque para aqueles cristãos que precisam exercer sua fé clandestinamente, e por isso precisam muito das nossas orações específicas por eles. Eles não podem compartilhar sua fé ou suas dificuldades uns com os outros, pois não sabem quem são seus irmãos em Cristo.
Assísta ao vídeo e conheça mais sobre os cristãos secretos.
Nossos irmãos precisam de nós. Levante-se em oração por eles desde já!
Fonte e mais informações no site: Portas Abertas
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